Autor(a)
EMMANOEL PEIXOTO SARAIVA LIMA
Coautor(es)
LUTIANA DE OLIVEIRA MELO SARAIVA
ANA GISELLE FERREIRA MORAES
ANAYARA MELO CAMARA LEITE
IDELVANIA EVANGELISTA CUSTODIO
JARIANE AVELINO FERNANDES
JOAO MARCOS NUNES GADELHA
JEFFERSON OLIVEIRA E SILVA
TELIANNE MARIA DE ANDRADE CASTRO
MATEUS LINS DE OLIVEIRA
LUCIMARIO DE OLIVEIRA VALE
A infecção por coronavírus é responsável por ocasionar um processo inflamatório severo que atingem as vias respiratórios e o sistema cardiovascular. Tal infecção promove uma deficiência aguda da capacidade respiratória do indivíduo, o que pode levar a parada cardiorrespiratória e ao óbito. A nomenclatura denominada por COVID longa ou prolongada é utilizada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para designar alterações multisistêmicas e de duração maior do que a reminiscência do quadro sintomatológico originário. Calcula-se que mais de 200 sintomas estão associados a esse quadro, o que afeta entre 10 a 20% da população que foi acometida pelo coronavírus.
Compreender a concepção de COVID longa e suas consequências nas pessoas acometidas Identificar quais políticas públicas estão sendo implementadas para assegurar o tratamento desses usuários Avaliar as ações estratégicas voltadas para esses pacientes Instigar a promoção em saúde no âmbito da esfera municipal destinada para o mapeamento e tratamento da COVID longa.
A presente pesquisa é de natureza qualitativa, do tipo bibliográfica e documental obtida por meio de leitura de artigos, monografias, dissertações e de legislações pertinentes a temática.
Os dados mais recentes, colhidos através do Painel Coronavírus (página eletrônica criada pelo Governo Federal para acompanhamentos dos casos no Brasil) apontam a marca de 37.994.356 casos confirmados de COVID-19. Dado ainda mais alarmante é demonstrado pelo número de 706.986 óbitos acumulados no transcurso da pandemia desde que foi notificado o primeiro caso em 26 de fevereiro de 2020 na cidade de São Paulo. A Síndrome Pós-COVID 19, tal como descrita por MENDES (2020), em seu artigo digital publicado à PEBMED, pode acarretar complicações, sejam elas: Fadiga foi o sintoma persistente mais frequentemente observado, atingindo mais da metade da população estudada (53,1%), sendo seguida de dispneia (43,4%), dor articular (27,3%) e dor torácica (21,7%). Tosse, anosmia, síndrome sicca, rinite, hiperemia ocular, disgeusia e cefaleia foram outros sintomas reportados como persistentes.
Espera-se que, a partir da coletânea de informações contidas nesta pesquisa, promova um escopo de dados que possam auxiliar na busca de estratégias de gestão em saúde para subsidiar um maior esclarecimento sobre a COVID longa e de suas consequências repercutindo, assim, em uma melhora significativa para cada pessoa que foi acometida bem como para a sociedade.