Tema: ATENÇÃO BÁSICA
Autor(a)
Rebeka Dandara Botelho Linhares
Coautor(es)
Ana Priscila Nunes Drumond
Ronielle Rodrigues Lemos
Caroline Siqueira da Silva
Maycon da Silva Lídio
A campanha de sensibilização do autismo, foi elaborada de forma intersetorial com as Secretarias de Educação, Saúde e Assistencia Social do município. A ação citada, foi realizada pela equipe de saúde, na abertura da campanha que tem como finalizadade proporcionar um trabalho educativo para o público em geral acerca do transtorno do espectro autista (TEA). A dinâmica realizada pela equipe de saúde, buscou desenvolver e estimular habilidades motoras e sociais, além de incentivar a população sobre as diversidades do TEA. A Prática foi concretizada no Municipio de Icapuí - CE, através da realização de um circuito, envolvendo atividades lúdicas e participativas, com a finalidade de promover a integralidade do cuidado.
Ofertar de forma lúdica, estímulos visuais e psicomotores que promovessem interação social, coordenação motora (grossa e fina) e o direito do brincar.
Foram realizadas cinco atividades lúdicas, elaboradas através de materias de papelaria, disponibilizados pelo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Icapuí, teve como referência GAINO, RIBEIRO (2020). As atividades foram pensadas para construção de um circuito, no qual a criança teve estímulos visuais e psicomotores, executando a coordenação motora grossa (saltar, equilibrar, andar, correr, etc) e fina ( montar, desmontar e movimento pinça), bem como, explorou as brincadeiras tradicionais como amarelinha e o uso de cores e formas geométricas. A ação foi concretizada na Praça Mais Infância de Icapuí, no dia 2 de abril de 2022, na abertura da Campanha de Conscientização do TEA.
: O circuito de atividades lúdicas, exposto na Campanha de Conscientização do TEA, teve boa recepção pelo público presente na praça, incluindo, crianças no espectro, os adultos e seus responsáveis. Foi perceptivel que a tarefa dada ao público infantil, promoveu interação social entre crianças dentro e fora do espectro, com os residentes monitores da ação e seus familiares. As crianças concluiram as atividades dentro das suas possibilidades e predileções, sendo incentivadas por seus responsaveis e monitores a realizar a prática. Foi visto que a atividade obteve êxito, pois cumpriu o proposto, visto que, as crianças realizaram atvidade para além do esperado, demonstrando interação social, autonomia e interesse em particpar.
Diante do exposto, a ação promoveu a inclusão e interação de crianças com TEA em espaços coletivos e comunitários, com isso, o direito do brincar, o lazer e a participação da vida comunitária, podem ser atingidos em práticas de saúde que visem garantir a autonomia e o desenvolvimento por meio lúdico. Por fim, o brincar, além de direito fundamental de toda criança, é capaz de ofertar cuidados em saúde alternativo, com as práticas terapêuticas tradicionais e estimular seus desenvolvimentos